A Matrix do Engano

Eliminando Todas as Camadas


Saudações aos fráteres e sórores da Conscendo,

Quando nos referimos ao aspecto reencarnatório em particular, a simulação da Terra é projetada de forma a não violar o livre arbítrio de nenhum dos participantes. A armadilha é mais sutil, levando o próprio fractal a se sentir compelido a renascer repetidamente aqui, por meio de falsos karmas e culpas impostas ou por problemas fictícios pendentes do passado.

A matrix da Terra utiliza o que chamamos de CONTROLE POR PROGRAMAÇÃO MENTAL. Sugestões, ideias e conceitos são disseminados entre a população do planeta, que os aceita como verdade, e essa "verdade" passa a direcionar seus destinos por meio de sua própria vontade. É importante perceber que ninguém está sendo forçado, são os próprios fractais, influenciados por falsas premissas, que são levados a fazê-lo. A matrix utiliza o ENGANO como forma de exercer esse controle, daí o termo comumente utilizado, "Matrix do Engano".

Quando alguém se envolve na contemplação da simulação apenas através da mente, é fácil confundi-la com uma realidade absoluta, em vez de reconhecê-la como uma simulação. Isso frequentemente resulta em um impasse, gerando sentimentos de revolta, pessimismo e depressão. A matrix é construída de forma complexa, com múltiplas camadas de engano. A cada revelação de uma dessas camadas, uma nova é descoberta logo em seguida. É como imaginar que o presidente de uma nação detém controle absoluto sobre o país, apenas para descobrir que ele é uma marionete nas mãos de poderosas corporações. Essas corporações, por sua vez, são dirigidas por grupos de banqueiros e industriais. E, quando se pensa ter chegado ao topo da pirâmide, percebe-se que até mesmo os banqueiros e industriais estão sob o domínio de sociedades secretas ancestrais, lideradas por famílias da nobreza negra, que praticam cultos de adoração a entidades regressivas, com raízes que remontam à perdida Atlântida. Mas até mesmo essas sociedades secretas estão submetidas ao jugo de uma federação de civilizações que não pertencem à frequência terrena e, talvez, nem mesmo essa suposta federação de extrafrequenciais esteja no topo da pirâmide.

Se utilizarmos apenas a mente concreta para analisar problemas aparentemente sem fim, em que a resolução de um leva inevitavelmente a outro, estaremos destinados a um esforço infrutífero. É melhor adotar uma visão ampliada para perceber a verdadeira causa de nossa presença nos jogos das matrizes, eliminando de uma só vez todas as camadas de engano, não importa quantas sejam.

Devido à fixação no mentalismo, à inocência e à falta de conhecimento, os próprios indivíduos se prendem a esses ciclos repetitivos de vidas. Porém, somos inerentemente livres, e ninguém, absolutamente ninguém, nem mesmo o mais perverso demônio ou o mais excelso avatar, pode nos aprisionar ou restringir o livre arbítrio. Essas limitações só são permitidas dentro da simulação, e mesmo assim, porque concordamos com as regras. Após concluirmos e deixarmos esse desafio para trás, elas não têm mais poder sobre nós.

Reforçamos, em um jogo mental como o da Terra, o que nos aprisiona, obviamente, é a nossa mente, nossos conceitos, nada mais. A saída está na relativização da importância que atribuímos aos cenários mentais e no desenvolvimento do abstracionismo e da visão monádica ampliada, que nos permite observar e entender mais claramente o funcionamento das matrizes, nos apontando o caminho para o "game over".

Para adentrar a vivencialidade terrena tivemos que baixar nossa frequência fractal, limitando nossos poderes, esmorecendo superlativamente os laços com nosso Eu Infinito. Para escapar dela, devemos proceder ao contrário, elevando a vibração, o que é fácil quando desenvolvemos a multidimensionalidade e principiamos a perceber o exterior com a visão monádica ampliada, propriedade que reforça novamente os vínculos com Nossa Expressão Infinita.

Nossa Terra faz parte de um jogo difícil e complexo, que envolve não só o orbe, mas também outras inúmeras civilizações.

Não nos sentimos motivados a abordar os grupos de raças extrafrequenciais que são considerados regressivos, de acordo com nossa perspectiva. Acreditamos que tal abordagem seria improdutiva, embora reconheçamos sua importância como elementos formadores do contraste necessário para o desenvolvimento do jogo cósmico, não compartilhamos afinidade com esses seres, o que torna uma exploração mais aprofundada desnecessária.

É importante destacar que os extrafrequenciais positivos não são anjos, eles são seres como nós, fazem parte da nossa família. Aliás, nem mesmo os anjos idealizados possuem a índole imaginada pelos seres humanos. Os anjos retratados pelas religiões são simplesmente extrafrequenciais entrando em contato conosco para avançar suas próprias agendas. Os anjos, enquanto almas de evolução avançada, são, na verdade, fractais focados em dimensões mais sutis e não um refúgio de pureza que nos protege e salva dos nossos próprios problemas e adversidades. Eles são seres afáveis, porém enérgicos quando consideram necessário, de acordo com a sua perspectiva. São irmãos "mais velhos" que não interferem nas lições que os "mais jovens" precisam aprender, mesmo que essas lições envolvam sofrimento.

Nossa família frequencial se envolveu com a Terra porque, como mencionamos anteriormente, este planeta é um cenário de aventura expansiva, uma joia rara no universo. A marcante dualidade aqui permite uma maior expansão fractal em comparação com outras "realidades" menos polarizadas, mais serenas, estáveis e voltadas para períodos de paz. A Terra representa uma oportunidade única para as almas mais arrojadas.

É crucial que os habitantes da Terra desconstruam urgentemente a barreira que criaram entre si e suas famílias extrafrequenciais. Como parentes, somos todos iguais e devemos parar de idolatrar os seres que não fazem parte da sociedade da Terra, pois isso nos aparta. Eles são fractais em expansão, assim como nós, e também participam do jogo, embora com limitações e regras diferentes.

Os seres humanos têm a tendência de exagerar na modéstia e se rotularem de humildes. No entanto, detestamos o conceito de humildade, pois ele menospreza aqueles que se atribuem essa pseudoqualidade. Respeitar o próximo é uma coisa, mas ser humilde é outra. Na verdade, a humildade, conforme interpretada na Terra, parece ser mais uma qualificação comezinha e controladora, que busca diminuir o valor dos indivíduos. Devemos saber quem somos e nos orgulhar disso, com altivez, enquanto simultaneamente respeitamos todas as outras consciências. Isso basta.

Lembrem-se, caros fráteres e sórores da Conscendo, de que nos voluntariamos para jogar no nível mais difícil, e essa não é uma tarefa para qualquer um. Apenas as almas destemidas aceitam esse desafio. É preciso coragem para se aventurar em um cenário onde tudo tenta enganar, desinformar, parasitar, ferir, minimizar e manter você preso por inúmeras vidas. Isso é o que a Terra representa, e os verdadeiros bravos são todos vocês.

Sinceros desejos de Ascensão
Conscendo Sodalitas