Memórias Implantadas e Implicações no Karma

Focando no Presente


Saudações aos fráteres e sórores da Conscendo,

Dizem que a realidade é mais exótica do que a fantasia, e estão corretos. Reforçamos a ideia de que tudo ao nosso redor não é real, exceto as consciências em expansão, ou seja, os fractais (ou almas) que participam do que chamamos de vida, experimentando nos planos dimensionais.

Se você, neste exato momento, está diante do seu computador, celular ou televisão, tenha ciência de que está vivendo uma simulação aqui na Terra. Tudo ao seu redor é uma projeção mental, nos moldes das realidades virtuais digitais; você está envolvido em um jogo cujo objetivo é adquirir conhecimento e expansão.

A decisão de jogar, ou a colocação nessa situação, foi feita por você mesmo. Seu Eu Infinito escolheu essa experiência por considerá-la valiosa. Por meio da vontade, criou essa realidade, a partir dos planos mais sutis, buscando a preciosa expansão. Seu Eu Infinito não apenas projetou você, mas também diversos outros Eus, que compartilham o mesmo palco terreno neste exato momento.

Portanto, as pessoas que você considera estranhas são suas irmãs de alma, ou melhor, projeções de você mesmo a partir de um nível superior. Ressaltamos que a individualidade egóica é uma ilusão.

Dado que os demais fractais reais em nossa realidade são criações ou projeções do nosso Eu Infinito, eles representam simplesmente outro aspecto de quem somos. Assim, a distinção entre 'você' e 'os outros' desaparece, todos sendo manifestações do Uno. Portanto, é incoerente praticar o mal ou causar desconforto ao próximo, pois, ao fazê-lo, inflige-se prejuízo a Si mesmo.

É também incrível perceber que muitas das pessoas com as quais convivemos não são reais, sendo simplesmente criações virtuais da matrix, desprovidas de Alma. Elas existem apenas para enriquecer a experiência dos verdadeiros atores neste palco existencial: os fractais em expansão. Essas criações são chamadas de bots, como explicado no vídeo "A Matrix e os Bots".

O que apenas uma pequena minoria dos despertos tem conhecimento é que muitas de nossas memórias de eventos passados, consideradas reais, foram implantadas e são falsas.

Muitas das sementes estelares entrantes, especialmente as entidades índigo, cristal e outras, podem se integrar à matrix terrena, reencarnando em corpos já desenvolvidos, seja na adolescência ou mesmo na idade adulta.

Esses corpos podem ser habitados, durante a infância e adolescência, por fractais reais que, posteriormente, cedem lugar à semente estelar entrante. Ou podem ser bots (seres virtuais), criados instantaneamente pela matrix.

Quando a alma entrante se apossa de um corpo já desenvolvido, as memórias, reais ou fictícias, do doador são implantadas nela. Isso facilita a adaptação às novas famílias e sociedades terrenas, já que as recordações do ser doador são assimiladas.

A semente estelar que assume o novo avatar, incorpora as memórias da vida do doador como sendo suas, sem perceber que essas lembranças são falsas.

Este processo é uma constante no esquema reencarnatório terreno, ocorrendo com mais frequência em almas que prescindem entrar em encarnações nos períodos iniciais de desenvolvimento, mas ocorre, do mesmo modo, em outras situações.

O implante de memórias se torna evidente ao analisarmos um sentimento interno peculiar, presente na maioria dos índigos, que são comumente envolvidos com a sensação de que os erros cometidos em seu passado não foram realmente deles, pois parecem completamente desconectados de seu Eu atual.

Outro fator significativo é a existência de infinitas linhas de tempo muito próximas da nossa, que ocasionalmente se entrelaçam, resultando em memórias passadas que não nos pertencem, em um tipo de "efeito Mandela".

O fractal erroneamente assume como próprias tanto as ações corretas quanto as erradas ou antiéticas cometidas pelo doador de lembranças. Se não estiver preparado, isso resultará na criação de karma, através da culpa por atos que não cometeu.

É importante reiterar que nenhuma carga cármica nos é imposta por leis universais inexoráveis, muito menos enquanto atribuídas a atos pretéritos de autoria duvidosa. O karma pessoal é simplesmente uma acumulação de energia autocriada de culpa, originada por ações pessoais consideradas antiéticas pelo indivíduo, seja por razões religiosas ou sociais.

Podemos afirmar que todos nós, sem exceção, temos memórias implantadas que não são nossas. Isso enfatiza a inutilidade de nos culparmos e, consequentemente, atribuirmos karma por atos que eventualmente não tenhamos cometido.

Não vivamos no passado, pois ele carece de relevância, sendo questionável em termos mentais. Não importa quem fomos, importa quem somos e quem objetivamos ser.

Enquanto fractais libertos, é imperativo relevar o passado e concentrarmo-nos no presente, no nosso eu atual, e direcionar nossa visão para o futuro, buscando a pessoa que aspiramos ser.

O universo possui uma natureza complexa e cheia de nuances, que compreendemos apenas parcialmente, mas um dia entenderemos como todo.

Sinceros desejos de Ascensão
Conscendo Sodalitas