Reencarnação ou Reenganação

O grande engano

Existem as regras universais, comuns à praticamente todos as matrizes, planos ou dimensões existenciais e as regras particulares de nossa matrix de claustro.

A lei do karma é praticamente onipresente, uma vez que toda ação resulta em uma reação contrária, com mesma qualidade e intensidade. Sendo assim, o indivíduo que perpetra frequentemente más ações, vai receber as reações do mesmo tipo da sociedade na qual convive. O contrário também se sucede e aquele que transmite paz, confiança, amizade e lealdade receberá, em troca, coisas equivalentes, gerando o dito karma bom.

Porém, ocorrem singularidades na nossa matrix, as quais não passam pelo escrutínio positivo da lógica cósmica, uma delas é a reencarnação.

A reencarnação é uma regra de nossa matrix, isso não é discutível, mas a colocação dessa norma como sendo uma vantagem evolutiva para nós humanos, isso sim é questionável.

A maioria das filosofias e correntes espiritualistas e místicas do planeta advogam as inúmeras vantagens do processo reencarnatório. Uma delas é amnésia que se sucede a cada ciclo de descida dimensional.

Essas doutrinas alegam que a amnésia das vidas passadas, que ocorre a cada ciclo reencarnatório, é positiva, porquanto ameniza as culpas e erros das vidas anteriores, que poderiam prejudicar a regeneração espiritual nesse novo período.

Essa é uma afirmação incoerente. O progresso numa existência contínua, onde nunca tivéssemos que passar pelo advento da morte e da separação, é de uma eficiência evolutiva muito maior. Sem o esquecimento, os erros do passado tenderiam a não serem repetidos, as qualidades artísticas, o conhecimento científico e toda a sorte de experiências positivas da bagagem vivencial contínua, nunca seriam resetadas e o ser poderia desenvolvê-los geometricamente, sem a necessidade de começar tudo outra vez, quase do zero. Cessando a separação de nossos entes queridos, poderíamos fortalecer e ampliar os laços amorosos com muitíssima maior facilidade.

Para aqueles que persistissem no mal, onde reina o bem, a solução seria a transferência para mundos de seus iguais em pensamento, onde seriam submetidos às mesmas velhacarias que perpetraram e não o aprisionamento em corpos doentes e defeituosos. As benesses do nascimento de inimigos atemporais, como irmãos, em uma mesma família, não passam de uma pseudo-solução forçada, que dificilmente sana as torrentes de ódio entre os dois entes, pelo contrário, mais fácil recrudesce-las. Dois inimigos, jamais se tornaram camaradas, apenas porque tiveram suas desavenças do passado deletadas, conquanto a memória subconsciente persiste e cria automaticamente uma animosidade mútua, logo no primeiro encontro. O problema só é sanado com o tempo e com o esclarecimento e não com o esquecimento.

O ponto ao qual queremos chegar é que a regra reencarnatória não foi, de modo algum, criada para acelerar ou colaborar para o desenvolvimento espiritual de ninguém. Não passa de um método particular de reciclagem e perpetuação de sofrimento em uma sociedade.

É de suma importância compreender que existem seres livres dessa nossa matrix, os que a criaram e outros libertos, que vivem na dimensão superior ”real” e que são adeptos incondicionais do mal. Esses indivíduos são imortais em seu plano de existência e se alimentam do sofrimento, de toda as emanações negativas e mesmo de energias vitais alheias. Como é difícil conseguir alimento entre seus pares, uma vez que, causar dor em seres tão espertos quanto si próprios é difícil e perigoso, nada melhor do que escravizar uma sociedade alóctone, ingênua e dela extrair tudo o que necessita.

Na dimensão, a qual habitam esses seres do mal, não se é possível escravizar seres que também são imortais e livres por essência. A solução que acharam foi criar uma própria realidade, um ambiente controlado, onde são aprisionadas inúmeras fontes espirituais simplórias, metendo-as em corpos de curta validade, provocando-lhes esquecimento total de sua grandiosidade imortal e de suas experiências passadas, por meio de incontáveis implantes biológicos limitadores.

Nesse ambiente, toda a negatividade e todo o mal é infundido, gerando o sofrimento necessário para alimentar seus desejos famélicos.

Para mitigar a revolta, criam uma vida curta e oferecem recompensas depois da morte, as dimensões de deleite, o céu ou paraíso, para quem se submeter de bom grado aos desatinos dessa coletividade desajustada. Até as dimensões do pós-vida, nesse holograma, não passam de criações dessas mesmas raças, uma parte do mesmo ilusório claustro.

O eden prometido nada mais é do que um subterfúgio para a reciclagem das pobres almas encarceradas, um período de repouso para depois, novamente, entregá-las à terceira dimensão de sofrimento, processo esse, repetido interminavelmente.

Mesmo o paraíso prometido, o céu, para os ocidentais e o nirvana, para os orientais, carece de argumentos que sustentem sua positividade, uma vez que não é objetivo da verdadeira Fonte, que essências espirituais fiquem indefinidamente nesses planos de contemplação, em eterna ociosidade misantrópica, emanando energias positivas que nunca resultam em aspectos efetivos aqui em baixo.

Tudo que relatamos é verdade e as pobres e incautas almas referidas somos nós. Os algozes, que nos aprisionaram nessa realidade, são seres imortais, multidimensionais, os denominados Arcontes e, abaixo deles, os annunakis, grupos restritos sirianos e repitilianos draconianos, que se mancomunaram, há alguns milhares de anos, a fim de concretizar o holograma do engano, a nossa Terra tridimensional.

Esse processo maligno deu tão certo, reforçando tanto nosso condicionamento, ao ponto de existirem os que não acreditam nem mesmo na vida após à morte, desprezando e negando a existência de sua essência imortal, achando que a consciência não passa de conteúdo orgânico, contido em sua massa cinzenta, parte desse tosco e limitante invólucro de carne, que esses seres do mal nos ofereceram para atuar na dimensão física.

A despeito de todas as colocações anteriores, o holograma do engano, no qual nos encontramos aprisionados, tem suas finalidades, uma vez que nada no universo é desproposital. As razões de aqui estarmos existem. As agruras por que passamos, nessas eras, nos fortaleceram e nos expandiram consciencialmente e, muito em breve, nova oportunidade de liberação e ascensão em massa, de grande parte da população do globo, será concedida.

O holograma do engano está com seus dias contados e uma nova era se revelará, um novo holograma, mais condizente com os aspectos morais daqueles que já se sintonizam consigo.

Sinceros desejos de Ascensão

Conscendo Sodalitas